O Fantasma que Me Pague O Fantasma que Me Pague

Lina faria qualquer coisa pelo sonho de escrever… até aceitar um emprego numa fazenda mal-assombrada. Entre as provocações de um fantasma sarcástico e a tentação de um caipira irresistível, ela tropeça em pistas antigas que podem levá-la a um crime enterrado há muito tempo — e talvez mais perigoso do que imagina.

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Pelos 50 mil, eu dou minha vida, senhor fantasma. Então pode mandar ver que daqui não saio, daqui ninguém me tira.

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Sinopse

E se alguém te pagasse 50 mil reais por mês para morar numa casa mal-assombrada… você toparia?

Lina topou. Afinal, boletos não se pagam sozinhos e livros não se publicam sem investimento. Fácil, né? Só varrer teias, aguentar uns barulhos suspeitos e fingir que não viu a cadeira se mexendo sozinha.

O que ela não esperava era dar de cara com um fantasma sexy e debochado – disposto a qualquer coisa para chamar sua atenção. E, como se já não fosse confuso o bastante, ainda surge um caipira com sotaque perigoso, trazendo queijo canastra fresquinho e intenções nada inocentes.

Agora Maria Lina se vê entre lençóis e assombrações, dividida entre o arrepio gelado de um beijo impossível e o calor de um corpo vivo que sabe cavalgar – literalmente. Enquanto isso, um mistério sombrio ameaça transformar sua estadia numa investigação curiosa (e um tanto perigosa).

Triângulo amoroso sobrenatural? Temos.

Cenas quentes que vão do etéreo ao carnal? Pode apostar.

Risos, arrepios e uma pitada de investigação para apimentar a trama? Mais que garantido.

Engraçado, sexy e cheio de aventuras no coração do Mar de Minas, esse conto de Halloween vai provar que até o caso mais simples pode ganhar proporções épicas quando cai nas mãos de uma fofoqueira com talento pra escrita.

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Avaliações

Confira o que os Foxies (leitores da Foxtopia) estão dizendo de suas leituras...

★★★★★

Indie, o que você escreveu é simplesmente delicioso. Sério, é o tipo de história que prende não só pela trama, mas pela voz, e que voz boa você tem. O texto respira naturalidade, humor e calor humano. A Lina parece uma amiga que a gente teria no WhatsApp, reclamando da vida, fazendo piada de si mesma e, de repente, se metendo num caos sobrenatural que a gente jura que daria o mesmo passo só pra ver no que ia dar. Tem algo de muito autêntico nela, uma mistura de vulnerabilidade e força, ironia e doçura, que torna impossível não se apegar.

Elias é o tipo de fantasma que não dá pra tratar como coadjuvante. Ele tem presença, charme e aquele equilíbrio perfeito entre o trágico e o debochado. Dá pra sentir o cuidado com o ritmo das falas dele, o modo como ele existe entre o tempo passado e o presente. A relação dos dois é química pura, mas é uma química que vai além da tensão sexual; é conexão, humor, cumplicidade. A cena entre eles é quente, mas também é poética. E o fato de você conseguir equilibrar sensualidade com emoção e leveza é raro. Nada soa vulgar, tudo parece vivo e sentido.

Outra coisa que me encantou foi o uso do regionalismo. O jeito mineiro de falar, as expressões, o glossário, tudo isso dá uma identidade fortíssima à história. Você transformou o sotaque e o cenário em personagens. É divertido, carinhoso e muito brasileiro, dá orgulho ler.

O tom da escrita é o que mais me impressionou. Você tem uma voz narrativa afiada, engraçada e muito segura. Mesmo quando Lina está perdida, o texto nunca está. Dá pra sentir o domínio total da autora sobre o ritmo e a emoção. E, ainda assim, tudo parece espontâneo, como se a história estivesse sendo contada de um fôlego só. É o tipo de leitura que a gente faz sorrindo, mesmo nas partes sombrias.

No fundo, O Fantasma que Me Pague é uma história sobre solidão, autovalorização e a busca por ser vista, mas contada com tanto humor e carisma que a mensagem chega leve, bonita e verdadeira. É engraçado, sensual, emocionante e genuíno. Você conseguiu criar uma história que é sua, inconfundivelmente sua, e isso é o que mais me encanta.

Indie, você tem um talento imenso pra fazer o leitor sentir e rir ao mesmo tempo. Seu texto tem alma, tem ritmo e tem coragem. O Fantasma que Me Pague não é só divertido, é carismático de um jeito raro, daqueles que a gente termina com saudade dos personagens e vontade de morar dentro da história, nem que seja só pra tomar um café com o fantasma.

Comentário de uma leitura — extraído de WhatsApp (reprodução com ajustes de privacidade).

O Fantasma que Me Pague

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Conheça os Personagens

Lina

Elias

Tunico

Indie RedFox

é o pseudônimo de uma autora brasileira independente, apaixonada por romances e fantasias.

Mineira, designer, programadora e leitora compulsiva, ela coloca o coração no papel desde os 13 anos.

Mais de uma década e meia depois, continua atendendo o mesmo chamado: escrever histórias que sangram e curam. Que gritam, sussurram e ficam.

Cada livro seu é um pedaço da alma de quem os escreve. Se você sentir, é porque era pra você.

Indie RedFox

O círculo secreto da raposa

Nem todos os segredos estão nos livros…

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